sexta-feira, 10 de março de 2017

Aqui ou acolá.






Aqui ou acolá.

Ah! Quanta vez não me quis olhar-te...
Mesmo querendo
Para não sentir, o que já senti...
Para não chorar, o que um dia, já chorei
Para não amar-te, como eu te amei
Sim, amar-te como eu o amei
Viver como eu vivi
Vendo-te em tudo...
A mente não queria te deixar
Parecia que lá...
Em todos os lugares...
Ia eu, te encontrar.

Parecia ate alucinação
Amor ou confusão de amor?
Sei lá... Só sei...
Que bagunçou o meu coração
De tanto amar-te...
Do começo e sem, o fim deste amor.

Foram, tantos os sonhos...
Tantos sorrisos e tantas falas...
Carinhos, meiguices, tolices nossas
Que passou como vento...
Mas ficou o acalento
Da obra perfeita em poesia
Somente para te cantar.

Pudera eu...
Esquecer-te
Mas não dá...
De alguma forma
Sei, eu vou te amar.
Pode não ser amor de paixão
Mas amar, um amor por ti...
Do tamanho da terra
Do céu e do mar.

O destino, sempre quis nos apartar
Mas dentro de nós...
Estamos nos lembrando
Aqui ou acolá...
Lucia Barros.
(Maria Lucia de Barros Gomes.).
Direito reservado.
Exceto a imagem do Google.

O tudo de Bom.




O tudo de bom.

Não há de faltar possibilidade para amar
Deus fez tudo no seu lugar, de pessoas para pessoas que pensam e agem
diferentemente que há horas podem se amarem...
Outras horas, estranharem-se.
Depois quem vive junto, vinte quatro horas por dia a pode ter certeza, algum defeito vai achar...
Por isto desde tempos passados, foram feitas as suas tendas cada qual tinha a sua...
Ao seu modo, mas as suas tendas eram separadas, para viverem aos seus costumes e culturas.
Sou daquela pessoa que tenho horas para chegar e tenho horas para sair, para não atrapalhar.