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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Como a flor no espinho.

Como a flor no espinho.


Como a flor no espinho.

Outubro de 2019

PH:Lucia Barros.

Tudo acontece porque tem que acontecer e de alguma forma,
porque nos é bom ficarmos atentos e em sentinela, nos impondo nós mesmos a vigilância.
Passamos uns pelas vidas, uns dos outros, deixando as nossas marcas registradas, somos da forma que os instintos nos fazem prosseguir.
Uns porque não querem mudanças e outros porque mudam,
sabendo que precisam ser diferentes.
E há pessoas que não se desfazem e muito menos se separam de si próprias e se acham as certas além da conta.
É assim que esquecemos que aprendemos, uns com os outros e uns dizem ser a falsidade, outros dizem ser o amor, outros dizem ser a crueldade.
O que somos nós afinal?!
Nada mais do que cada um se põe a fazer das suas atitudes, escolhas, que nos é o futuro de amanhã e semeando, colhemos.
E como sabemos, ainda o joio e o trigo não se separam, crescem juntos.
Ora, ora, quem é joio e quem é trigo?!
Pois a imperfeição toma conta de todos nós, uns para mais e outros para menos.
A moderação há tempos anda fugindo, ela não pôde com quem não se pode e olha que nem se podam, por si enraízam.
No entanto, nascemos e crescemos na terra todos juntos:
Como a flor no espinho.
Lucia Barros.
poetaluciabarros@gmail.com