Livro: Poemas Amor Infindável.

Livro: Poemas Amor Infindável.
Amor as Escritas.

Traduzir o Blog de Lucia Barros

sábado, 3 de junho de 2023

Amor da Vida.

 


Amor da vida.

Amor da vida minha
Meiga, doce e geniosa 
Branca neve
Alegre e um tantinho 
 Serena e dedicada.

Minha carinhosa e faladeira gata
Ao aproximar-se faz gestos...
Pulando e correndo pela casa.

Com os toques das patinhas vai 
sentindo e proporcionando afetos...
 No silêncio do sono que abraça.
Abraça eu e abraça as patas
Doce e debruçada.

Olhando com olhos ativos
Acorda desconfiada
Pensando que vou partir...
quando saio para o trabalho
chorosa se esconde...
Esperando já a minha chegada.

Presente lindo para a vida
Que é a companhia perfeita 
O enfeite também da casa.
Que de amor em amor cresce
Animalzinho querida
Linda e delicada.
Lucia Barros.
poetaluciabarros@gmail.com
















 




  
 












DE TODAS AS COISAS BOAS ESTÃO TAMBÉM AS NOSSAS CONQUISTAS.

 DE TODAS AS COISAS BOAS ESTÃO TAMBÉM AS NOSSAS CONQUISTAS.

GRATIDÃO A DEUS POR CAPACITAR A MINHA VIDA.❀💗

 

 










segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Cada dia o céu.

 



Cada dia o céu.

             

Se todas as pessoas olhassem cada dia o céu, sentindo o que ele olha de cima para baixo, entenderia que há uma porta aberta em cada decisão e um olho aberto enxergando toda terra e toda criação.

O céu em seu espaço único, possui a mesma forma em todos os lugares e diante de todos os olhos debaixo para cima💙 Assim como de cima para baixo.


Lucia Barros.






terça-feira, 8 de junho de 2021

Café expresso.

 



Café expresso.

 

 

Na beautiful lady á tarde

 

Entre os pensamentos múltiplos...

 

Diante as fotos e imagens “vintage”.

 

O trem dá parede viaja, além, em longa distância

 

O pensamento imaginário, apenas imagina...

 

Com o doce e amargo do frio, com quente é o sabor.

 

O paladar se mistura com café a ameixa e chantili

 

E o gosto do amor-próprio sentido na luz a brilhar

 

Clareia os passos rumo a vitória...

 

Entre um café expresso e um bolo recheado

 

É o gosto da vida enfim.

 

Lucia Barros.

 poetaluciabarros@gmail.com



domingo, 14 de fevereiro de 2021

O Bem Do Amor.


O Bem Do Amor.



 O Bem Do Amor.


Para que dizer tudo o que falta

Se tudo o que faz bem ainda completa:

Há sol ao amanhecer até no dia de chuva

E luz nas noites das estrelas e da lua.


Onde dança a alma inteira da graça?

Na graça que basta, vinda de Deus!

E na face olha a imagem nua e crua

Da vida boa, vida vivida e iluminada.

 

De dentro para fora e corpo que transfere

Recebendo prazer, com gosto e sem fúrias.

De tudo de todos o amor que evolui

Evolui e simplesmente flui.

 

Flui no caminho como nos campos

De belas e coloridas e mil flores.

Com as imagens que ficam na memória

Gravando as longas imagens infindas.

 

Que de infindas imagens definem o ar

E o espirito de toda criatura, criada.

Aceitando o bem maior, o maior bem

O Bem do amor.

 

Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com

                                                 


 


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Tanto, tanto.

 



Tanto, tanto.

 

Tanto amor, tanta saudade

Tanta lembrança, lembrada.

Tanto amor, tanto carinho

Tanto riso, tanto gosto.

Tanto prazer em uma hora

Duas três ou mais, tantas.

Tanto prazer, tanta paixão

No sonho o único desejo

E tanto, tanto que tanto

De tanto amar, tanto querer.

Que de tantos meses

 Tanto na chegada

Tanto na partida.


Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

O que é eternamente, amor para amar.

 



O que é eternamente, amor para amar.

 

Hora dias e horas que guardam as noites

As noites que guardam os amores...

Os corações de amores casais.

 

No tempo das estrelas e da lua cheia

 Entre chuvas, frios, lares e montanhas...

Nas naturezas e nos canaviais.

 

Os enamorados, sonham o amor

Amor da força divina e livres...

São existentes para procriar.

 

E sobre o sumiço do tempo

As rotinas viram os costumes...

Amores primeiros, não voltam mais.

 

Que pelos caminhos desajeitados

Com as forças das libertinagens...

Afastam os amores que se desfazem.

 

O amores que eram para sempre

Viram as contendas certeiras...

Desfazendo o bem e os lares.

 

É a corrida da vida e contra vidas

Casando-se e descasando-se...

Em um mundo rebelde e sem paz.

 

Derramando as lágrimas que correm

Mesmo no livre arbítrio, uns aceitam...

 Outros nem querem voltar.

 

Uns são amores intensos, suicidas

Outros se afastam e gemem...

Só para não perturbar.

 

Mal sabendo que é o malfazejo

Que veio para destruir, separar

E no infortúnio, ficou para machucar.

 

É a loucura desvairada, desenfreada

As dúvidas descontroladas

E não sabem onde devem chegar.

 

fraquezas escondidas, querendo se libertar.

É o abrigo dá dor e do ódio...

Para quem não sabe superar.


 Mas o amor secreto de quem para vida

Um dia inteiramente, soube amar...

Num vacilo que não deu para concertar.

 

É a hora e o tempo perdido, vazio

Em busca do só, ou de alguém...

Alguém para ficar.

 

E se de amor se faz o eterno

Existe para quem soube e quem sabe

O que é eternamente, amor para amar.

Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Com o coração vive e revive.

 



 Com o coração vive e revive.

 

Para que a dor da despedida

Se a presença trouxe amor

Não busquemos a dor da partida.

 

Para que olhar os sonhos

Os sonhos serão nevoeiros

Lá fora há um sol que brilha.


Para que tocar a face do invisível

Se a vida é palpável e sentida

Abraça, beija, sente e concretiza.

 

É bem mais controlável

Deixar o desejo inteiro

Deixar a alma pura e linda.

 

O amor vem querido e desejado

E o coração vive e revive

A lembrança do amor infindável.

 

Poetaluciabarros@gmail.com


terça-feira, 10 de novembro de 2020

 




Há uma nova viagem.

 

Nascemos como quem não sabe

Partimos como que sabemos, tudo

Mas ainda não sabemos nada.

 

Imigramos uma terra de vidas

Os emigrantes das caminhadas

Das longas estradas.

 

Cheios de emoções, alegrias e tristezas

Nós olhamos nos olhos…

Sentindo, almas.

 

Abraçamos as memórias

Sorrimos os sorrisos…

Choramos e secamos as lágrimas.

 

Vivemos as lembranças

Nos acarinhamos nas saudades!

Dia a dia, partidas e chegadas.

 

Desfazendo e refazendo as bagagens

A vida não termina é eterna!

Há uma nova viagem.


Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com

 

 

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Inspiração que se fala.

 


Inspiração que se fala.

 

Aonde se encontra a alma,

que fala pelas escritas?

Que fala de amor, fala de vida

Fala de dor e de alegrias

Da chegada e da partida.

Transporta como uma bagagem cheia

E depois que termina

A bagagem fica também vazia.

Depois começa tudo de novo

E em novo tempo

De sentimento que irradia.

É o soletrar das letras

Completas e não indefesas.

E completa a folha em minutos.

Com a inspiração se faz florescendo

Toda bela e bem produzida.

É a voz do celebro

Vigiada pelo sentimento

Com emoções e visões coloridas.

Que se abraça, sempre

Sempre e até divertida

Em compassos até dança

Fazendo em voltas e voltas inteiras

E fala, escrevendo e de novo

E a alma não cala

Inspiração que se fala


Lucia Barros.

Poetaluciabarros@gmail.com



 

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Permeará florescendo.




Permeará florescendo.

O coração pode bater e forte
Num minuto no meu dia
Sobre o seu dia a dia…
Sem mesmo que de mim, possas saber
E ainda que a distância te tome por conta
Mais que a presença, ainda que tu se vás…
Vá… adiante por onde for.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Amar e viver.






Amar e viver.

Pode ir além…
Além… além…
Mas o coração que fala por si.
Fala mais que qualquer pensamento:
Acabrunhado ou duvidoso.
Pensando se vai ou fica:
Entre o ir e o vir
Melhor é o contigo, prefiro ir.
Entre falar, calar, olhar e tocar
É o coração, o cheio coração
Que ainda que pode ser que chore
Bate na chegada e na partida.
Entre os gritos ou silêncios
Entre o malmequer
E bem-me-quer
A felicidade, é:
 Amar e viver.

Lucia Barros
poetaluciabarros@gmail.com


Para ser feliz.







Para ser feliz.


O interior faz perguntas:

Que só o tempo poderá dizer

Entre o não e sim do bem-querer.

Porque na fonte do pensar;

Jorra, varia passagens

Do próprio e humilde ser.

E quer que o desejo maior

Se abrace com o coração

Para viver com a experiência

Para acreditar que não é em vão.

Sentimentos que vem e vão

E como o voar dos pássaros

Vai a voar o espírito

Que completa o corpo

Para não ver acolher;

A dor dá solidão.

Mas a calma atenta…

Tentando mais um dia

E mais meses e anos

Para não se perder

Do caminho a escolher.

Não só por gosto do prazer

Mas amor no envolver.

Não desejando o engano

Não desejando a mentira

Nem passar o tempo.

Mas a realidade com sinceridade

O sonho de viver

Para ser feliz.

Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com




Quando estava ali tão perto:








Quando estava ali tão perto:

Quando estava ali tão perto:

Representava, ser tão confiante e inteiro.

Era distraído pelos olhos seus…

Enquanto as meninas dos meus olhos,

olhavam-lhe.

Sendo que não enxergava…

Na direção aos olhos meus.

Mas os encontros do tempo…

Fez você encontrar, os caminhos meus,


nos caminhos seus.


Lucia Barros.



quinta-feira, 28 de maio de 2020

Respiração ao ar livre é você.

Respiração ao ar livre é você.


Quem é em meio a um turbilhão de pessoas?
Quem é ao acordar os olhos ao sol, brilhando?
‘E’ sobre a sua cabeça a memória que fala:
Não cala!
Quem é ao entardecer, em meio ao chuvisco, com o tempo mudado?
Quem é ao anoitecer, deitando as estrelas, querendo chegar perto da lua?
É o silêncio no nevoeiro, que preenche à terra na cor do vinho em taça cheia, adormecendo quem é?
É quem não quer dizer: nem amor, dor e muito menos as alegrias.
A alma tua e toda nua, inteira só sua, desnudando o espírito inteiro!
Que não se faz, mas enconde-se de si mesmo, quando ao mundo não quer transparecer.
É a vida que respira; “este ser”.
Respiração ao ar livre é você.
Lucia Barros.
poetaluciabarros@gmail.com.
(Todos os direitos reservados.).






domingo, 22 de março de 2020

Saudades.




Saudades.

Saudades possuem nomes, aromas, toques e vidas.
Saudades são as cores das almas nos seus feitos…
É sonho, sorrisos, lágrimas e os abraços…
Saudades, são os aconchegos das chegadas
E comovidos pelas partidas.

sexta-feira, 20 de março de 2020

De outono para outono:



De outono para outono:


De outono para outono:
(Ano: 2019.).

Em ares puros, mas silencioso
O outono vivo chegou, falando:
Pelas suas próprias forças
Natureza divinal.

E tocando as almas com tenuidade
Reaviva; as faces com esperança
Cada qual nas suas cores
De coração em coração.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Inteiro e bonito.



Inteiro e bonito.

É sobre a calmaria da alma.
É com a paciência e genuinidade que se transborda de proteção
Da força interior, ao ser próprio, para conquistar o doce caminho.
Caminho livre o bem escolhido transfere-se transbordando...
Com a duradoura harmonia.
É igual quando a brisa toca na face de levinho, faz sentir-se suave
ao redor e a longa distância.
Enxerga o inteiro e bonito o gosto da vitória.
Lucia Barros.
poetaluciabarros@gmail.com





quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A inutilidade e utilidade da vida:






A inutilidade e utilidade da vida:

A inutilidade e utilidade da vida:

A utilidade e inutilidade da vida, não está somente no que fazemos a nós e diante o que podemos alcançar na vida.
Sobre o pouco e sobre o muito sempre obteremos algo, somos uma passagem rápida, peregrinamos apenas.
Até porque todos possuímos limites, a inutilidade está sim na falta de amor que proporcionamos ao próximo, porque sem amor de nada valerá. Naquele final da meta da vida ficarão as lembranças de tudo… diante o que vivemos e seja no bem como no mal.
E amar ao próximo como a nós mesmos é a única garantia de poder acordar e dormir em paz, assim sendo útil.
Pois, sempre haverá o além mais.


Lucia Barros.
poetaluciabarros@gmail.com




segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Como a flor no espinho.

Como a flor no espinho.



Como a flor no espinho.

Outubro de 2019.

Como a flor no espinho.

Tudo acontece porque precisa acontecer e de alguma forma,
porque nos é bom ficarmos atentos e em sentinela, nos impondo nós mesmo a vigilância.
Passamos uns pelas vidas, uns dos outros, deixando as nossas marcas registradas, somos da forma que os instintos nos fazem prosseguir.
Uns porque não querem mudanças e outros porque mudam,
sabendo que precisam ser diferentes.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

A chama do amor:




A Chama do amor:
O silêncio não é bom para quem ama, precisa-se expressar o amor que se sente, com gestos de carinho, para que venha acender a chama do amor de ambas as partes.
Lucia Barros.

poetaluciabarros@gmail.com
(Direitos reservados.).
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Toda forma de amar é lindo.