Livro: Poemas Amor Infindável.

Livro: Poemas Amor Infindável.
Amor as Escritas.

Traduzir o Blog de Lucia Barros

domingo, 3 de julho de 2016

Para aprender a viver...



Para aprender a viver...


Para aprender a viver...

Precisamos primeiro, acordar

Para a vida.

                           Lucia Barros.

                           (Maria Lucia de Barros Gomes).       


sábado, 2 de julho de 2016

(Meu Mal, você). 2/7/2016.


Meu mal, você.

(Meu Mal, você).
2/7/2016

PH Lucia Barros.

                           

                 
Meu mal, você.

Há algo em mim...
Que não me deixa
Eu te esquecer.

Faz-me eu levantar
E querer, te ver...
Meu amor é só para você.

Preciso olhar a tua face
Queria escutar a tua voz...
E sorrir junto o seu sorriso.

Não há nada melhor
Sonhar, amar-te
É o meu destino.

Escondo o meu orgulho
Não adianta, correr de mim mesma
Já está virando, um absurdo.

Parece, alucinação
Deixo-me endoidecer...
Mas machuquei o meu coração.

Tem dias que eu quero fugir de mim
E quero chorar
Mas insisto em te abraçar.

Que triste o meu sofrer
Me desnudo...
A paixão do meu viver.

Sustento o meu coração de amor
Mas ainda assim,
Eu vim a te perder.


Já sei, de tanto bem querer
A vida me proporcionou
 Meu mal, você.


Direito do poema reservados. Lucia Barros.
(Maria Lucia de Barros Gomes.)
Exceto a imagem do Google.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Plantai e colhei. PH Lucia Barros (Maria Lucia de Barros Gomes.) 30/6/2016








Lucia barros
Plantai e colhei
Plantai e colhei.

PH Lucia Barros (Maria Lucia de Barros Gomes.)
30/6/2016


Neste poema estou descrevendo a vida das famílias no mundo com o que nos deparamos nos últimos tempos. Está sendo um tempo de falta de trabalho, lamentações e a falta de dinheiro, muitas pessoas não podem manter-se no mesmo nível em que viviam com as suas vidas prósperas e falta até o supérfluo. Venho lembrar, também o interior, onde vivi, e sei que muitas pessoas viveram, plantavam e colhiam se alimentavam. Havia um jeito humilde de ser, mas não faltava era nada. Os povos vieram embora para cidade em busca de sonhos, sim cumpriram objetivos, mas hoje nos deparamos com um cais. À humanidade sofre e para muitos faltam, moradia e a alimentação. E temos que nos manter com paciência, persistência e caridade, esperando dias melhores. Do jeito que vai, indo... Só mesmo Deus para encher as nossas botijas e dos nossos irmãos. Que bom seria se todos tivessem uma terrinha para plantarem e colherem o seu feijão. Por este motivo eu amo esta frase: Plantai e colhei.




Plantai e colher:

Na terra sem o trabalho
E sem dinheiro, ninguém vive.
Mas a cada dia que passa...
Para muitas pessoas...
Esta se tornando difícil a caminhada.

Teremos que ter prudência, paciência
Persistência e caridade...
Apesar de estarem sofrendo
Muitas famílias desoladas.
Do jeito que vai, indo...
Só, Deus para encher a botija nossa
E dos nossos irmãos.

Lembro-me bem:
Lá no campo, plantava e colhia...
Se não vendia encostavam as sacas.
Preparados ficavam os barracões...
De arroz, feijão, milho e de tudo que se plantava.

Lá na terra perto do rio, melancias
_Quase que transbordavam!
Frutos no pomar não faltavam
Limão, laranja, mexerica
Todas as frutas que quisessem
Era só plantar e da terra brotava.

Não precisávamos
Irmos, sempre ao mercado
Pois, os alimentos não faltavam
Íamos somente, comprar as vestimentas
E objetos necessários.

Tempos bons aqueles.
E garanto quê de muitas pessoas
Que lá viveram, lembram-se;
Vida humilde mais não faltava, era nada.

Havia até a vaquinha pintada
E o leite para fazer:
O queijo a manteiga e a coalhada.
As mandiocas e peixes dos rios...
Davam umas belas fornadas.

É, e hoje muitas as famílias vivem preocupadas!

Mas das pessoas, assim como nós,
Que lá viviam no interior...
Passaram a não querer, mais lá as suas moradas.

Todos vieram em busca, dos sonhos nas cidades
Que de tanto ouvirem falar;
Em suas imaginações...
Achavam que ia ser as cidades, encantadas.

Hoje, o mundo se depara com um cais.
Grandes lamentações e faltam, empregos
E pais de famílias, desesperados em busca do pão.

Deus nos ajude a mudar a situação.
Ai, eu penso, que bom seria
Se todos, tivessem uma terrinha...
Para plantarem e colherem o seu feijão.

Todo o homem é digno do seu trabalho
E a sua alimentação.

Hoje ao ver, tantos povos sofrerem
A falta do que é supérfluo.
Amo esta frase:
Plantai e colhei.
Autoria: reservada Lucia Barros.
Direitos reservados a: Lucia Barros (Maria Lucia de Barros Gomes.

domingo, 12 de junho de 2016

( Porque nós mulheres )


Relembrar e remexer as gavetas, os papéis é bom para descontrair.


 ( Porque nós mulheres )

Porque nós mulheres
Podemos ter vários estilos...
Mas somos conscientes
Para que viemos ao mundo...
Para sermos, realizadas e felizes.


domingo, 24 de abril de 2016

domingo, 20 de março de 2016

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Então,graças a Deus.

Poema de: Lucia Barros. 28/ 02/ 2016





Então, graças a Deus.
Estes olhos...
Olham com o olhar de amor.
Desejando a ti a sabedoria...
De não olhar, apenas com
O olhar da carne...
Mas com os olhos de Deus.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Apenas um frasco: Lucia Barros.





Apenas um frasco:

Apenas um frasco
De perfume, vazio
Sobre, o leito macio
Em um dia de frio.


Direitos reservados a:Lucia Barros
Maria Lucia de Barros Gomes.



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Sempre, quem vence em mim, é "Deus".


 
Lucia Barros.

Sempre, quem vence em mim, é Deus.

Luz que reluz
Um dia, após o outro... 

Com o brilho que é intenso 
Ilumina, resplandecendo...
Amor meu é em jesus.

Bom é estar, eu no bem
A vitória é sempre certa
Rumos, vêm dos desejos...
Ramos se tornam, viçosos
O tempo é vida a seguir...
Sempre, quem vence em mim, é "Deus".


Lucia Barros.


Maria Lucia de Barros Gomes.
Todos os direitos reservados.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Um tantinho, azeda.


    Um tantinho, azeda.

    Eu amo as frutas, cítricas
    Nos seus gostos e aromas
    Em seus brilhos, as belezas...
    Talvez, sejam por estes motivos...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Uma vida, desperta.



Uma vida, desperta.

Caminhando, só pelo deserto
O calor é escaldante
Pensamentos...
Tornam-se em delírios.
A areia vem com o vento
Querendo arranhar os olhos...
Que se fecham por alguns momentos.

Pensamentos, ficam em devaneios
E as miragens desejam, bons tempos
E entre o real e irreal
O corpo se enfraquece
Mas na fraqueza, também
Expandem-se as forças.

E mesmo sendo longa a distância
Na caminhada, difícil
Há, maravilhas...

São tão belas...
Quê mesmo no grande deserto
Uma vida, desperta
Espiritualizada e com fé
Se completa.

Direitos do poema reservados a: Poeta Lucia Barros
Maria Lucia de Barros Gomes.

Imagem do Google.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Bênçãos...Vamos proclamar.... Vamos proclamar.

16:46 9/11/2015



Bênçãos...Vamos proclamar....
Vamos proclamar.


Há muitos povos...
Que sentem-se,sós
Mesmo acompanhados
de tantas,pessoas...
Com tantas evoluções
Tecnologias e informações

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Na saudade de outrora

Feliz dia das mães, mãe e mães queridas...

Desejando bênçãos sem fim.

Todos os dias são os dias das mães
Pois, nos dedicamos a amar...
Um amor incondicional,
Protetor, defensor dos filhos nossos...
Abraçador de corpo e alma.
Que nos garantem sermos as mães
Completas de paz e felicidades,
No interior e exterior de nós mesmas.


Dedicadas sim, com a pura verdade
De amar os filhos da nossa vida
Sem tempo para esquecer
Seja na dor, nas alegrias...
Desejamos o melhor.
Somos mães, somos assim...
Desejando bênçãos sem fim.


Poeta Lucia Barros.

Na saudade de outrora

Na saudade de outrora
Tem amor que a gente guarda
Comemorando na alegria da alma
Felicidades de tantas auroras...
Até, sentir na menina dos olhos
Lacrimejar como agora.

Família é sangue
Que bom nos seria
Que a distância
Não nos separassem
E um do outro
Jamais, precisássemos
Irmos embora.

Mais a vida tem sempre
Uma nova história...
Carregada de lembranças
Para as gerações, vindouras...
Que brotam das memórias.

Direitos reservados a: Poeta Lucia Barros.

Maria Lucia de Barros Gomes

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Há uma porta que se abre




Há uma porta que se abre

Há uma porta que se abre
No coração da gente
E as pessoas entram
Guardamos-as por amizade
Nos visitam e vão embora
Bem assim como a chuva

Umas, vão para perto
Outras para bem longe...
Mas deixam as suas pegadas
Olhamos-as com alegria
E guardamos...
Não, nos caem no esquecimento
E sempre voltam na consciência
Transmitindo, paz e amor.

 Direitos reservados a: Poeta Lucia Barros

Dedicado a uma amiga de longa a distância
Mas de muita importância para o nosso Deus
amiga Raquel Raimundo.

Este é um grande exemplo em nossas vidas, porque bons amigos sempre caminharão conosco.
Em nosso coração várias amizades ficam guardadas, lembranças nos veem para alegrar a alma.
Todas as boas amizades, merecem estas palavras com amor.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Jessica, parabéns para você




Jessica, parabéns para você

Jessica, parabéns para você
Hoje, você faz dezoito anos
Ame a sua idade
Aproveite o bem
A sua mocidade.